Joaquim de Araújo nasceu em Penafiel, no dia 16 de julho de 1858. Morreu na Casa de Saúde do Telhal, no dia 11 de maio de 1917.
Apesar de ser lamentavelmente pouco reconhecido, foi uma das mais importantes figuras da história da cultura portuguesa, não apenas da segunda metade do século XIX: o poeta, o bibliófilo, o arqueólogo cultural, o editor de publicações — como «A Harpa» e «A Renascença» — que reúnem nas suas páginas uma parte significativa da “intelligentsia” do seu tempo. Todo o seu trabalho literário e cultural é pautado pela excelência e o seu contributo como embaixador da cultura portuguesa é incomparável.

A Cosmorama, no contexto do centenário da sua morte, reuniu três livros de poesia de Joaquim de Araújo — «Lira Íntima» [1881], «Ocidentais» [1888] e «Flores da Noite» [1894] — numa edição intitulada: CONSTELAÇÕES NO AZUL MAGOADO [organizada por Jorge Teixeira, José Marques e José Rui Teixeira], que estará disponível no princípio de junho.
Esta edição resulta de uma parceria entre a Cosmorama e a Cátedra Poesia e Transcendência [Universidade Católica], no âmbito do projeto MNEMOSINE, e tem o apoio da Junta de Freguesia de Penafiel.